domingo, 26 de janeiro de 2014

Casal Preso

Casal é preso nos EUA acusado de esquema de phishing de US$550 mil

John E Dunn, Techworld.com 21/01/2014 - 15h09 - Atualizada em 21/01/2014 - 15h10

Esquema bombardeou clientes dos bancos JP Morgan Chase & Co. e do Wells Fargo com e-mails de phishing pedindo dados pessoais e financeiros.
Um casal da Flórida foi preso por supostamente executar esquema de phishing que conseguiu roubar pelo menos 550 mil dólares de centenas de vítimas. A campanha era em pequena escala, mas altamente sofisticada.

De acordo com relatórios da polícia de Orlando, acredita-se que Stephen Barone, 46, e sua esposa Robin Barone, 44, bombardearam clientes dos bancos JP Morgan Chase & Co. e do Wells Fargo com e-mails de phishing pedindo dados pessoais e financeiros, a fim de supostamente resolver uma invasão de conta.

Ao invés de acessar as contas bancárias online das vítimas, a dupla usou os dados para encomendar cartões de substituição a serem enviados para o seu próprio endereço. Eles, então, os utilizaram para comprar ordens de pagamento mais tarde pagos com a conta jurídica de Stephen Barone.

Esta abordagem discreta tornou possível para eles continuarem com o esquema durante anos. Cerca de 400 pessoas perderam donheiro com a campanha, embora mais vítimas ainda possam ser identificadas, disse a polícia.

O suposto golpe foi descoberto depois de ser identificado que vários cartões bancários estavam sendo enviados para o mesmo endereço na Flórida.

"O roubo de identidade causa estragos na vida das pessoas e o Ministério Público irá processar essas pessoas em toda a extensão da lei", disse o procurador-geral Pam Bondi. "Peço a todos os residentes da Flórida que visitem o site MyFloridaLegal.com para dicas de prevenção de roubo de identidade, e encorajo todos a estarem vigilantes e extremamente cautelosos ao dar informação pessoais a qualquer pessoa."

O caso parece incomum, porque ele foi executado em uma escala relativamente limitada por um longo período e por apenas duas pessoas. Relatos confirmam que grupos de phishing são maiores, especializados em crimes digitais e, geralmente, ligados à Europa Oriental.

De fato, na maioria dos países o phishing permanece em parte como uma indústria local que atrai muitos autodidatas, alguns com antecedentes criminais e interesses mais amplos no crime. Esses casos raramente roubam grandes somas e tendem a passar despercebidos.

Em dezembro, a Websense informou que o número de e-mails de phishing caiu durante 2013, mas que estavam mais bem direcionados, para atrasar sua detecção.

IDG

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