sábado, 12 de outubro de 2013

WhatsApp / hackers

Hackers usam WhatsApp para disseminar vírus

Por Flávio Croffi | em 07/Out/13 | Segurança

Hackers usam WhatsApp para disseminar vírus

No mundo digital, todo cuidado é pouco. Com o surgimento de novos serviços, hackers aproveitam para disseminar vírus e atacar as pessoas de novas maneiras. A forma mais recente que foi descoberta utiliza o aplicativo comunicador WhatsApp. Como informou uma publicação do blog da empresa de segurança digital Avira, assinada pelo especialista na área Sorin Mustaca, hackers usam WhatsApp para disseminar novos tipos de vírus. A nova estratégia dos criminosos digitais consiste em enviar falsas mensagens de voz – serviço disponível há pouco tempo no app. Hackers usam WhatsApp para disseminar vírus

Hackers usam WhatsApp: Chegada ao iOS é um dos motivos para usos maléficos do app

Segundo a Avira, os usuários são alertados das supostas mensagens com avisos que dizem “You have a new voicemail” (você tem uma nova mensagem de voz), “1 New Voicemail” (1 nova mensagem de voz) ou “4 New Voicemails” (4 novas mensagem de voz) – similar ao printscreen acima. Quando o usuário recebe o alerta e clica para ouvir o recado, é aberta uma nova página pedindo para a mensagem ser baixada. Mas na verdade o arquivo disponível para download se trata do trojan ‘Kuluoz A.27’, que rouba dados dos aparelhos infectados.

No entanto, as mensagens de voz do WhatsApp são reproduzidas dentro do próprio aplicativo, sem a necessidade de baixar o arquivo. Se preferir, o usuário também pode bloquear o número que o enviou o falso recado em áudio. Para isso, basta ir até as configurações do aplicativo e adicionar o número à aba dos contatos bloqueados. O especialista em segurança da Avira, Sorin Mustaca, cita a chegada do app ao iOS como um dos motivos para o crescimento deste tipo de ataque, já que o serviço vem se tornando mais popular.

Ameaças móveis crescem

Outra praga virtual focada em dispositivos móveis descoberta recentemente é o keylogger ‘Win32/Spy.Hesperbot’. Segundo a empresa de segurança na internet ESET, ele se espalha por e-mails de pishing e atinge smartphones com Android, Symbian e BlackBerry, dando prints na tela do aparelho e registrando as teclas pressionadas quando o usuário acessa o internet banking, informações posteriormente enviadas aos hackers. 

Baboo

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