domingo, 29 de setembro de 2013

Uma vergonha

PROTESTE afirma que Anatel permite banda larga lenta

Por Flávio Croffi | em 29/Set/13 | Corporativo Telecom 

A PROTESTE (Associação Brasileira de Defesa do Consumidor) voltou a fazer críticas relacionadas às telecomunicações existentes no Brasil. Semana passada a associação focou nas empresas atuantes por aqui, comparando os preços de internet móvel e mostrando o alto valor cobrado pelas companhias. Desta vez o alvo foi a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações). Segundo a PROTESTE, Anatel permite banda larga lenta oferecida pelas operadoras.

PROTESTE afirma que Anatel permite banda larga lenta

Anatel permite banda larga lenta e teria posicionamento influenciado por interesses econômicos

As críticas vieram após a resposta da Anatel a uma reclamação formal feita pela PROTESTE sobre a qualidade do serviço no Brasil. Segundo a PROTESTE, no comunicado emitido pela agência – Ofício nº 64/2013/PRRE-ANATEL –, não há definição sobre a velocidade mínima que deve ser oferecida pelas empresas para que a internet seja considerada banda larga.

No entanto, a Anatel admitiu ter conhecimento dos padrões da União Internacional de Telecomunicações, que diz que para ser classificada de tal maneira, a internet precisa ter, pelo menos, 1,5 Mbps. Com isso, a Anatel permite que empresas não cumpram os parâmetros mínimos de qualidade em todos os momentos, podendo, por exemplo, diminuir a velocidade depois que a franquia de um pacote for consumida pelo usuário.

A Coordenadora Institucional da associação, Maria Inês Dolci, informa que isso infringe a Constituição Federal, o Código de Defesa do Consumidor e a Lei Geral de Telecomunicações. “Com esta postura, a agência compactua com a propaganda enganosa veiculada pelas empresas”, afirmou a PROTESTE em nota enviada à imprensa. As empresas “se aproveitam do caráter essencial do serviço de banda larga e da vulnerabilidade e hipossuficiência técnica dos consumidores, em afronta ilegal ao Código de Defesa do Consumidor”, completou o texto. A associação também considera que “o posicionamento da agência mais uma vez demonstra que sua atuação está comprometida pelos interesses econômicos dos grupos econômicos privados regulados por ela”. Segundo ela, essa postura da Anatel afeta negativamente até o PNBL (Programa Nacional de Banda Larga).

Isso tudo “implica em se admitir que milhões de consumidores, especialmente aqueles de menor poder aquisitivo, durante boa parte do mês ficarão à margem das garantias de qualidade do serviço e receber o serviço com capacidade inferior a 1 Mbps, podendo chegar à velocidade de uma conexão discada”, finaliza a PROTESTE. Apesar de criticada, a Anatel divulgou essa semana um relatório avaliando os serviços de internet oferecidos no país, reprovando quatro empresas. 
PROTESTE afirma que Anatel permite banda larga lenta

 Baboo

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Figuraça

Criador do antivírus McAfee quer uma internet impossível de ser hackeada

Criador do antivírus McAfee quer uma internet impossível de ser hackeada



O excêntrico John McAfee acredita ter pensado na solução para termos total anonimato na internet

John McAfee é uma das figuras mais bizarras e interessantes do mundo da tecnologia. Criador do antivírus que leva o seu sobrenome, McAfee já foi investigado por assassinato e outros crimes, enquanto continua dando declarações sobre o seu estilo de vida nada comum. A mais nova declaração dele é sobre a internet e como ele pode ter criado um jeito dela ser à prova de hackers.

De acordo com o Contra Costa Times, McAfee disse que criou uma tecnologia que ajudará na criação de um novo tipo de internet. Essa nova rede seria descentralizada, móvel, impossível de hackear, acabando com preocupações em relação à segurança na internet.

John McAfee pode ter feito essa declaração para aumentar o burburinho em torno do anúncio de sua nova empresa, que deve acontecer no próximo sábado, dia 28 de setembro. Ele promete revelar mais detalhes sobre o assunto durante evento que está organizando.

Será que John McAfee conseguirá revolucionar a internet ou tudo isso é somente papo para conseguir ter um pouco mais de destaque durante o lançamento de sua nova empresa? De qualquer forma, o resultado poderia acrescentar mais algumas cenas ao filme sobre a vida do excêntrico milionário, que já está em pré-produção.

CNET/Tecmundo

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Direito

Tribunais divergem sobre legalidade da multa ao cancelar banda larga

Diogo Baptista | 20/08/2013 10h38

Falha está em modems ADSL de diferentes fabricantes.
Falha está em modems ADSL de diferentes fabricantes. (Foto: 4shaws / SXC)

Categoria de banda larga inclui ADSL, cabo e outras modalidades. A cláusula de fidelidade prevista nos contratos de serviços de banda larga gera desconforto para parte dos usuários que optam pelo cancelamento do serviço. Por esta cláusula, o usuário deverá manter o contrato por um período mínimo, chamado de carência, caso contrário deverá pagar uma multa determinada no contrato de adesão. Existem posições divergentes na justiça brasileira sobre a possibilidade de que haja a aplicação de multa em decorrência da cláusula de fidelidade. Por um lado, o Código Civil prevê em seu art. 408 a possibilidade de aplicação de multa no caso de alguém não cumprir com a sua parte na obrigação, chamada de “cláusula penal”. Com base na cláusula penal, há entendimentos de que seja possível a cobrança da multa. A maior parte dos julgados do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro entende ser possível a cobrança da multa, desde que observados dois requisitos: Que o cliente esteja ciente de tal cláusula. Que a rescisão não tenha sido motivada por falha na prestação do serviço. Tal entendimento pode ser verificado na decisão da Apelação nº 0024456-18.2010.8.19.0209:

Sentença que se reforma – Cláusula de fidelidade que se amolda ao conceito de cláusula penal a qual deve ser avençada expressamente pelas partes – Autora que tinha plena ciência de que estava contratando um pacote de serviço promocional e que caso optasse pela retirada da cláusula de fidelização deveria arcar com um valor maior – Inocorrência de falha na prestação do serviço – Avença plenamente válida e eficaz, assim como a cobrança de multa por rescisão do contrato antes do período de fidelização. (des. Mario Guimarães Neto – Julgamento: 06/06/2012 – Décima Segunda Câmara) Porém, existem várias decisões recentes com entendimento contrário, afastando a multa por fidelização. No próprio Regulamento do Serviço de Comunicação Multimídia da ANATEL (aprovado pela Resolução nº 272/2001) é prevista a não cobrança por cancelamento do serviço:

Art. 59. O assinante do SCM1 têm direito, sem prejuízo do disposto na legislação aplicável:

VII – ao cancelamento ou interrupção do serviço prestado, a qualquer tempo e sem ônus adicional;

Com base em tal norma, a 7ª Vara Empresarial da Comarca da Capital do Rio de Janeiro, na Ação Civil Pública nº 0055873-94.2011.8.19.0001, entendeu que a cláusula de fidelidade é nula, decisão esta que foi mantida em 2ª instância.

Diferente da relação contratual convencional (trazida pelo Código Civil), a relação de consumo é caracterizada pela presença de partes desiguais: consumidor (hipossuficiente) e empresa, estando esta em posição superior, pois detém todo o controle do serviço ou produção. Para equilibrar esta relação, o Código de Defesa do Consumidor se destaca por trazer direitos aos usuários e deveres aos fornecedores (empresas). A mencionada “clásula penal”, prevista no Código Civil, tem como finalidade a manutenção do contrato entre as partes (iguais), uma vez que o descumprimento por uma acarretará prejuízos para a outra. Diferente ocorre nas relações de consumo, pois falar em “prejuízo” para uma empresa não é igual quando se fala em “prejuízo” para um consumidor. Além disso, pela Teoria do Risco do Empreendimento, os riscos inerentes à atividade correm por conta do fornecedor, e não do consumidor. A cláusula penal, que visa trazer equilíbrio entre partes iguais, acaba gerando um desequilíbrio maior para as partes desiguais. Mas o argumento mais forte é encontrado aplicando o Código de Defesa do Consumidor (CDC). Sendo a fidelização como uma cláusula limitadora de direitos, ela inevitavelmente será uma cláusula abusiva 2, com fundamento no art. 51, IV do CDC3e §1º, II4.

Com base em tal entendimento, a 14ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais já decidiu que, A cláusula de fidelização é abusiva, na medida em que coloca o consumidor em posição extremamente desvantajosa e desigual, violando, ainda, a livre concorrência e os princípios da confiança, da transparência, da informação, bem como da boa-fé objetiva. Demonstrada a nulidade da cláusula de fidelidade, o reconhecimento do caráter indevido da cobrança efetuada a este título é mero corolário lógico. (Relator: des. Antônio de Pádua. Apelação Cível 1.0434.08.015037-9/001. Data de Julgamento: 16/02/2012) Em orientação recente, a 4ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, destacou tal entendimento no julgamento não unânime da Apelação Cível nº 0055873-94.2011.8.19.0001:

“A fidelidade deve ser obtida e mantida por outros meios e procedimentos, notadamente os que produzam vantagens para o usuário, na medida em que se prolonga o vínculo contratual. Não é compatível com as relações de consumo aceitar a prática da fidelização do usuário por instrumento de força e de supremacia de uma das partes da relação contratual. O que se busca no sistema de proteção ao consumidor, de berço constitucional, é a eliminação das desigualdades contratuais resultantes da vulnerabilidade de uma das partes e a formação de relações equilibradas. A cláusula impugnada, ao contrário, acentua a desigualdade e fomenta o desequilíbrio. A cobrança de multa por cancelamento do serviço, independentemente de vedação em resolução da agencia reguladora, viola os valores e princípios válidos para as relações de consumo, notadamente a boa-fé objetiva.”

Na prática, dificultar o cancelamento do serviço pelo consumidor, que em muitos casos possui dificuldades em pagar contas essenciais, pela imposição de multa com valores excessivos, o impossibilita de rescindir o contrato e acaba por mantê-lo para que o prejuízo não seja maior. Como bem destacou a decisão da 4ª Câmara Cível, “A fidelização não pode ser mantida a custa da imposição de multa ao usuário na hipótese de rescisão unilateral”, mas com serviços satisfatórios que agradem os mesmos.

Serviço de Comutação Multimídia, definido no art. 3º da Resolução como “um serviço fixo de telecomunicações de interesse coletivo, prestado em âmbito nacional e internacional, no regime privado, que possibilita a oferta de capacidade de transmissão, emissão e recepção de informações multimídia, utilizando quaisquer meios, a assinantes dentro de uma área de prestação de serviço” 

Define o jurista Nelson Nery Jr. que “cláusula abusiva é aquela que é notoriamente desfavorável à parte mais fraca na relação contratual, que, no caso de nossa análise, é o consumidor, aliás, por expressa definição do art. 4º, nº I, do CDC” (Código Brasileiro de Defesa do Consumidor Comentado pelos Autores do Anteprojeto. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2007. p.569). ↩ Art. 51. São nulas de pleno direito, entre outras, as cláusulas contratuais relativas ao fornecimento de produtos e serviços que: IV – estabeleçam obrigações consideradas iníquas, abusivas, que coloquem o consumidor em desvantagem exagerada, ou sejam incompatíveis com a boa-fé ou a equidade; 

§ 1º Presume-se exagerada, entre outros casos, a vontade que: I – ofende os princípios fundamentais do sistema jurídico a que pertence; II – restringe direitos ou obrigações fundamentais inerentes à natureza do contrato, de tal modo a ameaçar seu objeto ou equilíbrio contratual; III – se mostra excessivamente onerosa para o consumidor, considerando-se a natureza e conteúdo do contrato, o interesse das partes e outras circunstâncias peculiares ao caso. 

LD

sábado, 21 de setembro de 2013

McAfee 2014

McAfee lança sua linha 2014 de soluções de segurança

Por Sid Vicious | em 12/Set/13 |

A McAfee, conhecida fornecedora de soluções de segurança para uso doméstico e corporativo, anunciou nesta semana o lançamento de sua linha 2014, que inclui o McAfee AntiVirus Plus 2014, Internet Security 2014 e o Total Protection 2014.

McAfee lança sua linha 2014 de soluções de segurança
McAfee lança sua linha 2014 de soluções de segurançaNo Brasil, o McAfee AntiVirus Plus 2014 já está disponível aqui por R$ 59,90 e a licença é válida por um ano. Uma versão de avaliação, que ser usada gratuitamente por até 30 dias, também está disponível no mesmo link.

Já o Internet Security 2014 e o Total Protection 2014 estão disponíveis aqui e aqui por R$ 109 e R$ 119. Ambos também possuem versões de avaliação que podem ser utilizadas gratuitamente por tempo limitado. 

Novidades no McAfee AntiVirus Plus 2014, Internet Security 2014 e o Total Protection 2014 

O McAfee AntiVirus Plus 2014 oferece proteção contra Trojans, vírus, spyware, rootkits e outras ameaças. Além disso, ele também protege o PC do usuário contra botnets e ameaças recém descobertas usando as tecnologias ActiveProtection e NetGuard. Os três produtos também incluem o Vulnerability Scanner, que procura por atualizações e correções para os softwares instalados no computador, o McAfee Shredder, que permite a remoção segura de arquivos, e o SiteAdvisor, que alerta o usuário caso este esteja planejando visita rum site potencialmente malicioso. O Internet Security 2014 e o Total Protection 2014 incluem controles para os pais, com relatório de uso, monitor de atividades e bloqueador de sites. Ambos também incluem filtro antispam. E por último, o Total Protection 2014 oferece os recursos dos dois outros produtos e ainda inclui o suporte para criptografia de arquivos e oferece proteção para redes sem fio. Este recurso ajuda você a proteger suas senhas e outras informações quando estiver utilizando uma rede Wi-Fi aberta.

O McAfee AntiVirus Plus 2014, Internet Security 2014 e o Total Protection 2014 são compatíveis com o Windows XP 32 bits (com SP3 ou posterior), Windows Vista 32 e 64 bits (com SP1 ou posterior), Windows 7 32 e 64 bits e Windows 8 32 e 63 bits. 

 Baboo

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Gestão no Celular

Cinco recomendações de segurança para dispositivos móveis 

Muitas empresas ainda ignoram a necessidade da gestão de uso desses aparelhos por parte de seus empregados.

JOAN GOODCHILD, COMPUTERWORLD/EUA
18 de setembro de 2013 - 07h30página 1 de 1Tweet 

O passo mais importante para lidar com o risco inerente à utilização de dispositivos móveis nas empresas é a elaboração de políticas de segurança, como parte da gestão de uso dos aparelhos por parte dos funcionários. mas muitas empresas ainda não despertaram para essa necessidade.

"O mais importante, em relação à segurança, não é a plataforma, é a política", afirma Chris Silva, executivo da Altimeter. "Não podemos dizer que um dispositivo é seguro e outro não é. O maior risco está em quem começa a usá-los e o que poderá fazer com eles."

Uma política de segurança móvel abrangente inclui definições claras dos perfis de risco dos usuários, e dos dispositivos que permitam pôr em prática as restrições de uso necessárias.

Segundo Chris Silva, para elaborar sua própria política de segurança de dispositivos móveis, as empresas devem procurar responder cinco perguntas básicas.

1 - Quais dispositivos vamos suportar?
Com tantos funcionários usando seus próprios dispositivos móveis, Silva recomenda que as organizações fujam de servidores dedicados a determinada plataforma. "Se você tiver apenas um servidor Blackberry, é hora de acrescentar algo para suportar várias plataformas diferentes", disse ele. Mas ao apoiar uma variedade maior de plataformas é importante definir claramente também o que será permitido ou não. Muitas organizações cometem o erro de tentar acomodar qualquer tipo de dispositivo pessoal e plataformas que os trabalhadores o desejam usar. Isto torna a tarefa a tarfea de gerir a mobilidade praticamente impossível para uma equipe de segurança de TI. "Eles só podem fazer um grande trabalho se tiverem que gerir um número limitado de plataformas", disse Silva. "Se você liberar o uso de 57 tipos diferentes de dispositivos móveis, não conseguirá implantar uma política robusta o suficiente para todas as plataformas." "Certifique-se também de que você está lidando apenas com os modelos mais recentes", disse ele. "Por exemplo, se decidir apoiar iPhone, pense em usar APPs para o iPhone 4G em diante, para garantir o uso de recursos avançados, como criptografia." 

 2 - Como a informação será acessada?
As informações serão armazenadas no dispositivo ou serão acessadas remotamente? Está aíuma questão importante. "Já vi um monte de organizações preocupadas em impedir que os usuários gravem determinadas informações em seus dispositivos móveis." Segundo Silva, várias empresas estão olhando para a virtualização como uma forma de permitir o acesso a informações e aplicações, mantendo as informações seguras nos data centers. 

 3 - Qual o perfil de risco do usuário do aparelho?
Considere perfis com base nas possibilidades de implementação da política, alerta Silva. Isso permitirá que diferentes tipos de funcionários tenham acesso a diferentes níveis de informações a partir dos dispositivos que usam. "A política deve identificar claramente esses perfis, seus atributos e os controles de segurança correspondentes aos atributos." Isso também torna mais fácil explicar a política de segurança para os funcionários, de modo que eles saibam o que podem e não podem fazer com seu dispositivo.

 4 - Como ser pró-ativo?
Olhar para as tendências do mercado de consumo é fundamental. Anos atrás, quando os dispositivos Android estavam próximo do lançamento, muitos consumidores já mostravam curiosidade pela plataforma. A chance de haver muitos funcionários batendo na porta do departamento de TI para adequar seus novos smartphones às políticas de uso e segurança da companhia já eram grandes. Portanto, o melhor a fazer é tratar de adquirir a plataforma e iniciar o trabalho de gerenciamento dos dispositivos, antes da demanda se estabelecer de fato. 

 5 - Quando dizer não?
Às vezes, uma boa política de segurança móvel inclui dizer não a certos pedidos. Atitude fundamental para manter válida a política de segurança. "Por exemplo, se você não pode ter um usuários praticando m-commerce de seu dispositivo pessoal, trate de deixá-lo fora ou no nível mais alto de restrição da política de segurança.



 CW

domingo, 15 de setembro de 2013

Hackers e Síria

Fique ligado: hackers usam conflito na Síria como isca para golpes

Da Redação Siga @ 13 de setembro de 2013 - 12h38

Segundo Symantec, cibercriminosos enviam spams por e-mail com supostas notícias inéditias sobre acontecimentos no país. O conflito na Síria virou uma isca para os hackers disseminarem ameaças virtuais na web, afirma a empresa de segurança Symantec. Além de ganhos financeiros, os ataques também visam ter acesso a informações sigilosas dos usuários.

Segundo a companhia, os cibercriminosos enviam spams com supostas notícias inéditas sobre o conflito no país, além de enviar mensagens em nome da Cruz Vermelha. Vale notar que, de acordo com a Symantec, os hackers utilizam conteúdo de sites de renome, como o Washing Post, para atestar uma suposta veracidade dessas mensagens.

Os e-mails maliciosos trazem links que instalam Cavalos de Troia nas máquinas caso sejam clicados. O malware permite roubo de senhas e dados confidenciais dos usuários.

A Symantec recomenda que os usuários instalem programas de segurança originais e sigam as seguintes dicas:

1. Busque notícias apenas de sites de confiança e renome;
2. Desconfie de informações inéditas ou bombásticas que chegam por meio de SPAM por e-mail, SMS e redes sociais;
3. Não abra documentos anexados oriundos de remetentes desconhecidos ou com extensões estranhas;
4. Nunca clique em links estranhos tanto pelo computador quanto pelo smartphone ou tablets
5. Evite colocar qualquer informação pessoal em pop-ups



IDG

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Comando de Voz

Microsoft trabalha para melhorar comandos de voz no Windows Phone

Nova ferramenta assistente pessoal deve estrear em breve na versão 8.1 do sistema

Uma das polêmicas mais acirradas entre fãs de iPhone e do Android é sobre qual sistema tem o melhor recurso de comandos de voz. O Siri, da Apple, esbanja personalidade, enquanto a ferramenta de voz do Google aposta na integração com a busca e com os serviços do Google Now para facilitar a vida do usuário.
Já o Windows Phone, da Microsoft, até agora tem estado fora dessa briga. O sistema suporta alguns poucos comandos de voz, mas não chega nem perto de seus rivais nesse quesito.
Para mudar essa situação, a Microsoft está desenvolvendo um novo assistente pessoal acionado por comandos de voz para o o Windows Phone. Segundo a ZD Net, a nova ferramenta tem nome provisório de Cortana (uma personagem do jogo Halo, também da Microsoft). A ferramenta usará dados da plataforma Bing para melhorar e atualizar sua capacidade de reconhecimento de comandos de voz. 
Espera-se que a Cortana faça sua estreia na próxima atualização do Windows Phone, a versão 8.1. Ainda não há uma data marcada para que ela chegue, mas sites especializados sugerem que a atualização virá no início do próximo ano.
Tecnologia

    segunda-feira, 9 de setembro de 2013

    NSA/Criptografias

    NSA é capaz de quebrar criptografias de segurança usadas na internet

    Por Flávio Croffi | em 07/Set/13 |Segurança

    O poder de espionagem da Agência Nacional de Segurança (NSA) dos EUA é maior do que se imaginava. De acordo com reportagens desta quinta-feira (05) dos jornais The Guardian e The New York Times, a NSA e a agência de inteligência britânica GCHQ são capazes de quebrar a maior parte das criptografias de segurança utilizadas atualmente para proteger dados nainternet. Os novos documentos divulgados, vazados pelo ex-assistente técnico da CIA, Edward Snowden, indicam que as agências conseguem informações desde troca de e-mails até transações bancárias.
    NSA é capaz de quebrar criptografias de segurança usadas na internet


    NSA é capaz de quebrar criptografias de segurança usadas na internet

    Para as agências, espionagem vai determinar as futuras superpotências

    Uma das formas de quebrar os protocolos de segurança atuais – como SSL – é por meio de força bruta, com supercomputadores que fazem ataques contínuos às redes a serem rompidas. Com isso, grande parte do conteúdo da internet, que era considerado seguro se tornou explorável para NSA e GCHQ. Além disso, as reportagens afirmam que em alguns casos as próprias empresas de tecnologia cedem os dados – e quando isso não ocorre por livre e espontânea vontade, as agências obtêm mandatos judiciais para obrigar as empresas.

    Outros métodos que teriam sido usados pela NSA seriam a implantação de backdoors em padrões de criptografia das empresas de tecnologia, para facilitar o acesso quando necessário, e o uso de malwares para interceptar mensagens antes delas serem criptografadas. Ao todo, as estratégias para a quebra de criptografias utilizadas por NSA e GCHQ, que são praticadas há cerca de dez anos, custam anualmente US$ 250 milhões, segundo o The Guardian. 

    Um dos documentos, de 2007, diz que “no futuro, as superpotências existirão ou não com base na força de seus programas de criptoanálise. É o preço da entrada dos EUA para manter acesso e uso irrestrito do ciberespaço”. Outro texto, da GCHQ, afirma que “na última década, a NSA tem feito um esforço agressivo e multifacetado para quebrar tecnologias de criptografia de internet utilizadas. Grandes quantidades de dados de internet criptografados são agora exploráveis”. O The Guardian ainda declarou que algumas informações não foram divulgadas por pedidos das agências.

    Por Vinicius Brino

    BABOO

    sexta-feira, 6 de setembro de 2013

    Obama promete

    Segurança

    Obama promete investigar denúncias de espionagem a dados do Brasil

    A presidente Dilma Rousseff vai propor, na ONU, durante a Assembleia Geral das Nações Unidas, “uma nova governança contra invasão de privacidade"

    06 de setembro de 2013 - 13h29ae3
     
    A presidente Dilma Rousseff disse nesta sexta-feira (6/9), antes de deixar São Petersburgo, na Rússia, que o presidente dos Estados Unidos, Barak Obama, se comprometeu a assumir a responsabilidade direta pela investigação das denúncias de espionagem a dados pessoais dela, de assessores e de cidadãos do Brasil. Os dois presidentes tiveram um encontro bilateral ontem (5/9), paralelo às atividades da 8ª Cúpula do G20, países que englobam as maiores economias mundiais. A conversa era esperada após denúncias de que os americanos espionaram brasileiros, entre eles a própria presidenta.
    "Obama assumiu responsabilidade direta e pessoal pela investigação das denúncias de espionagem”, disse Dilma antes de embarcar de volta para o Brasil.  Segundo a presidente, sua primeira visita com honras de chefe de Estado aos Estados Unidos depende do desdobramento do caso e das explicações dadas pelo governo norte-americano. "A minha viagem a Washington depende das condições políticas a serem criadas pelo presidente Obama", disse.
    No último dia 2, Dilma sinalizou com a possibilidade de adiar ou até mesmo cancelar a visita, marcada para 23 de outubro. Ontem, o Planalto confirmou o cancelamento do envio, a Washington, da equipe formada por funcionários da Presidência da República, responsável por preparar visita.
    Durante coletiva à imprensa antes de embarcar, Dilma também informou ainda que vai propor, na ONU, durante a Assembleia Geral das Nações Unidas, no dia 24 de setembro, em Nova Iorque, “uma nova governança contra invasão de privacidade".

    Computerworld

    terça-feira, 3 de setembro de 2013

    Tablets desprotegidos

    Cerca de 80% dos brasileiros não protegem seus tablets

    Por | em 23/Ago/13 |
    Digitalmente o brasileiro é relaxado. Pelo menos é isso que pode ser notado de acordo com os dados de uma pesquisa realizada pela empresa especializada em segurança McAffe, que constatou que 81% dos brasileiros não protegem seus tablets com soluções de segurança, como antivírus. Já os smartphones ficam vulneráveis em 68% dos casos, e os notebooks fecham a lista, um pouco distantes, com 33%.
    Cerca de 80% dos brasileiros não protegem seus tablets

    Ataques a smartphones cresceram 40% no primeiro trimestre

    Apesar de tal relaxo, os perigos são de conhecimentos dos brasileiros. Os dados do estudo mostraram que 39% das pessoas se preocupam com roubo ou extrativo dos aparelhos, enquanto 81% estão em alerta para roubo de identidade, furto de dinheiro ou estelionato na internet. Apesar disso, 63% dos entrevistados afirmaram que armazenam arquivos digitais únicos – que não podem ser criados ou baixados novamente – em seus dispositivos móveis.
    O levantamento também avaliou tais arquivos digitais, que foram estimados em R$ 92 mil. Os objetos de maior valor, segundo a pesquisa, são as recordações pessoais, que valem R$ 26,4 mil, seguidas de informações pessoais, com R$ 21,6 mil, e registros pessoais, avaliados em R$ 21,4 mil. Fecham a lista, com larga diferença, os passatempos e projetos, com custo estimado de R$ 11,7 mil, as comunicações pessoais, com R$ 8,7 mil, e os arquivos de entretenimento, avaliados em R$ 1,9 mil.

    Brasileiros não protegem seus tablets

    Ainda segundo a McAffe, entre janeiro e março de 2013, a quantidade de sites perigosos aumentou em 12%, já o número de ataques a smartphones subiu em 40%. Smartphone que é o aparelho digital mais popular no país, estando presente nas mãos de 64% dos brasileiros, enquanto o notebook vem em seguida, com 62%. De acordo com a pesquisa, 90% das pessoas têm mais de um dispositivo digital, e 40% das casas tem cinco ou mais aparelhos conectados à internet.
    Por fim, o estudo da empresa de segurança McAffe revela o tempo que cada pessoa passa nos seus dispositivos móveis. Metade das pessoas entrevistadas fica pelo menos 40 horas por semana navegando na rede mundial de computadores, tanto por motivos profissionais, quanto por motivos pessoais. Já 47% do total permanecem duas horas ou mais por dia em seus dispositivos móveis.